ComicPod #94 – O Dia Mais Claro e Geração Perdida


Postado em 28/04/2012, por Vlad 'Focus'
Em: # Todos os podcasts , Comicpod , Destaque , Universo DC


Whaaazzup galera! Sejam bem-vindos a mais uma edição do ComicPod! Neste episódio, Matheus ‘Kajima’, Vlad ‘Focus’, Felipe Morcelli, Joacélio, Delfin, Dico e Carlos Tourinho (Pauta Livre News) destroem a saga O Dia Mais Claro e conversam sobre sua minissérie irmã: Geração Perdida.

Divisão de blocos do podcast:

  • 00:02:23 – Os 12 ressuscitados e suas missões
  • 00:17:57 – Aquawar, Mundo Gavião, Outra Marciana e Morte Nuclear
  • 00:34:54 – Elementais e o Monstro do Pântano
  • 00:42:45 – Geração Perdida: Personagens
  • 00:53:55 – Capitão Átomo, Liga Internacional e Maxwell Lord
  • 01:06:07 – Considerações finais

Podcasts relacionados:

Links:

Playlist:

  • Justice League: The New Frontier – Kevin Manthei (2008)

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Comentários

  1. Cristiano diz:

    Opa, demorou! Mal vejo a hora de ouvir, mas antes quero terminar de ler a saga, pois estou meio atrasadinho… :)

  2. Samuel Afonso diz:

    ComicPod da saga do Scott Snyder na Detective Comics por favor!

  3. O que pra mim matou a Geração Perdida foi ver o Capitão Átomo, o sujeito para quem toda a comunidade heróica bateu continência na saga Invasão, pedir, não, implorar ao Gladiador Dourado que ele comande o grupo. Que fim de carreira…

    http://clzimages.com/comic/large/8d/8d_23397_0_CaptainAtomDCComics24WarDay.jpg

  4. Amomimo diz:

    Tourinho ? Tôrinho ? Torin !

    Dê o cu e vá preso cabra !

  5. Carlão diz:

    ComicPod da saga do Scott Snyder na Detective Comics por favor![2]

  6. Morfeu diz:

    Comic-pod vem pra clarear nossas mentes sobre o Dia mais Claro.

    Ou não.

  7. Johann diz:

    Muito bom episódio. Delfim realmente carregou sua piada até conseguir soltá-la. OMAXwell Lord foi de cair o cu da bunda, como dizem.

    Li as duas séries em questão do começo ao fim (se bem que eu li Countdown do começo ao fim também, até os spin-offs), mas vi que o que faltou no Generation Lost (ser mais compacto) sobrou no Brightest Day (enfiaram muita coisa em poucas páginas).

    Brightest Day: A parte sobre as missões é bem interessante, mas não foi bem usada. O único caso mais ou menos foi o do Maxwell Lord. O do Bumerangue é até risível. “Jogue o bumerangue nela”, “Mas o monstro está bem ali. Deixa ele fazer o trabalho dele”, “Jogue o bumerangue”.
    De lascar. A história dos gaviões sempre foi o dramalhão mais sem sentido da DC, e com essa inclusão do Hawkworld, só acrescentou coisa desnecessária. Quer usar o personagem depois? Tá, mas não deixa 50 pontas soltas pra poder usar depois, se é que vão ser usadas depois. A parte onde eles estão lutando no Hawkworld me lembrou daquela parte na Crise Final, onde tem uma luta entre tigres humanóides. Que porra foi aquela? Lembro de um comentário sobre chá e do tigre apertando a gravata borboleta, mas o resto foi-se embora da minha mente, ou eu hoje estaria em um hospício.

    Outra coisa é a adição desnecessária de personagens “famosos” só para fazer… sei lá o quê. Já foi a segunda vez que usaram o Anti-Monitor para absolutamente nada. A primeira foi na Guerra do Sinestro e a outra nessa saga. O cara destruiu universos, e é derrotado pelos anões azuis, e depois pela caveira suicida. Outra aparição desnecessária foi a do Batman (em Brightest Day, em Generation Lost nem achei tanto), do mesmo modo dele cuspindo os anéis em Blackest Night. Pena usarem um personagem tão icônico (Anti-Monitor) nessas sagas bosta, só para dar um ar mais importante para a coisa. É a mesma coisa de o Uatu aparecer na Marvel sempre que vai acontecer algo catastrófico – já perdeu o sentido. Hoje em dia ele aparece porque os Skrulls estão invadindo a Terra, ou por causa da Guerra Civil. Porque diabo um ser cósmico vai se importar com essa merda? O ápice disso foi ou na Guerra Civil ou na Invasão Secreta, não lembro. Tem uma cena onde o Aranha está dizendo que “Isso não está tão ruim, pois o Vigia ainda não apareceu”, e no próximo quadro ele aparece.
    Só aceito que usem personagens assim quando for algo realmente grandioso, tipo naquele What-If da Aniquilação chegando na Terra.

    Outra “saga” atual que teve o mesmo tipo de mecanismo de enredo foi a saga passada nos Vingadores (que estava saindo lá fora), a saga onde o Osborn reaparece. Pintaram a fodacidade do sujeito durante 4 edições, mostraram os planos mirabolantes, e no final ele é derrotado pelo poder da amizade. Que merda, um cara como o Osborn não cairia num truque tão barato daquele. Mas voltando ao assunto.

    Generation Lost foi uma das maiores surpresas para mim dessa leva, pois me lembrou do time clássico da JLI, e como as histórias se desenrolavam bem, tendo até algum humor bem pontuado (diferente dessa nova série pós-reboot). No final achei que ficou muito massavéio, só porradaria. Por que colocaram o cabelo da Mulher Maravilha no OMAC? Que diabo isso tem a ver com o poder dela? Achei também crucial a participação da Poderosa na série, embora no final ela tenha participado pouco. Ao contrário de outras equipes dos dois Universos (DC e Marvel), você vê que aquele pessoal ali, todos são amigos, não tem aquela diferença do tipo Superman x Batman. O pessoal da JLI são pessoas comuns, que quando acabam uma missão vão conversar sobre as besteiras que fizeram. O flashback da Poderosa dando um chute no “saco” do robô foi hilária. É esse tipo de situação que falta nos quadrinhos atuais. Até uns 4 anos atrás, os quadrinhos estavam na época “gritty and dark”, cujo fim foi “comemorado” no final do Cerco a Asgard, mas estou vendo que não mudou muita coisa de lá para cá. Ainda vemos alguns times com essa mentalidade de “símbolos” e não de “pessoas”. Até na X-Force, que é um time de assassinos, tem mais interação inter-pessoal do que muito time top por aí. Depois de duas edições dessa dá para ver claramente quem não se dá com quem, quem é neutro e por aí vai.

    Uma coisa que comentaram no cast. O futuro onde a Poderosa aparece velha (cabelo branco, um olho só) é o mesmo onde aparece o Damian na armadura. Ele disse que tem 150 anos.

    Ficando por aqui, continuem com esse cast de qualidade. Estava com saudade dos comentários massavéio do Dico.

  8. Felagund diz:

    E ai, quando vai ter ComicPod dos Invisiveis do Morrison!!?
    Tem que ter!! ^^

  9. Gustavo "Antimonitor" Sleman diz:

    Olá pessoal do ComicPod! Teve um spin off do Dia Mais Claro que não saiu no Brasil:

    Atom: Brightest Day Special: Um one-shot que saiu como um spin off da saga, mas é na verdade uma introdução à mini-série do Eléktron contida em Adventure Comics.

    Booster Gold #33-43 se apegou em elementos da busca por Maxwell Lord, em Liga da Justiça: Geração Perdida.

    Poderosa #13-23 são vagamentes conectadas com Liga da Justiça: Geração Perdida.

    O one-shot Shazam!, que mostra a peripécias de Osíris, Mary e Billy, saiu aqui no Brasil no encadernado Titãs #2.

  10. Johann diz:

    Fico boiando quando ouço o podcast e vocês falam “Eléktron” e “Desafiador”, pois só conheço as versões americanas destas histórias (morei na Alemanha até os 15 anos). Só depois de ouvir o podcast que eu entendi que o Desafiador era o Deadman.

    Me pergunto o que o cara da bílbia de tradução pensou ao traduzir como isso, e se alguém já se perguntou se os Desafiadores do Desconhecido (Challengers of the Unknown) tinham alguma relação com ele por causa disso.

  11. : ) AHHHHH Já tenho programa pra hoje!!!

  12. Sena diz:

    Seria a bateria branca o Zordon e o Desafiador o Alpha, tentando encontrar quatro elementais com garra?
    Só um comentário a mais, a respeito das capas, as capas variante da edições #1 e 24 são uma menção a primeira capa clássica da Liga cômica. Edição #1 : http://media.comicvine.com/uploads/5/54741/1231028-genlost_cov2x_large_super.jpg
    Edição #24 : http://maxcdn.nexternal.com/dreamland/images/56100.jpg

  13. Brunão diz:

    @Johann:

    Ele tem uma letra “D” no peito. é o mesmo caso do Demolidor/Daredevil.

  14. @Sena – É, deve ser isso mesmo hahah

    Ah, e legal a referência nas capas. Parece ter sido uma mini interessante. Pena que não acompanhei….

  15. Krulll diz:

    O que dizer de uma saga de 24 edições que dá meio podcast? Acho que a saga não brilhou muito.

  16. Johann diz:

    Brunão – Eu pensei que o Daredevil fosse o Audacioso?

    Krull – Isso foi provavelmente porque a maioria não gostou da saga.

  17. Khalil diz:

    @Brunão e @Johann,se fosse na época da Ebal ele seria o “Mortão” hehe

    Gosto muito dos Comicpod “descendo a lenha ” também,são impagáveis.
    Na espera pela continuação do Planetary.

  18. Khalil diz:

    Todo Comicpod que fale de algo feito pelo Johns tinha que ser obrigatória a participação do Brunão.

  19. O Delfin é impagável… “Se uma marciana verde piscasse pra mim, eu traçava…”
    O programa de vocês é o melhor podcast de quadrinhos. Fácil… Continuem fazendo programas sobre séries ou arcos que funciona muito bem. E de arcos bons e as vezes ruins também, como esse, que foi muito divertido!
    E que seja sobre outras editoras também. É tão legal quando vocês fazem algum programa sobre a Image, Dark horse… tá e a Marvel também… (vocês sabiam que uma hora eu ia dizer isso mesmo) :)

  20. Rory diz:

    Putzgrila !
    Eu achei Geração Perdida muito boa, lembrando em vários momentos a saudosa liga cômica.

    Pena que sua “continuação” no universo rebootado seja tão ruim ! Na boa, Liga da Justiça Internacional é mais um dos títulos dispensáveis da nova DC.

    E ainda por cima na última edição……..SPOILER …………………..

    …………………Mataram o novo Soviete Supremo, um personagem com um excelente potencial, e uma das gratas surpresas de Geração Perdida. Como todo mundo que morre na DC e Marvel acaba voltando, pode ser que isso dure pouco, mas,….

  21. Nicollas diz:

    Implicancia do caralho com o hal jordan….

  22. Carlão diz:

    Quando li DMC na época que saiu achei fraca, mas depois de ouvir vocês debatendo a história da mini, as motivações de cada personagem, a lanterna branca e os tie ins acabei percebendo que ela é muito pior do que eu pensava.
    E sério mesmo que vocês curtiram a revista das Aves de Rapina? Pessoalmente achei terrível. Além da história ser muito fraca, a Gail Simone vulgariza demais as personagens femininas, é quase um Sex In The City com heroínas. Acho que a única personagem que ela trabalha bem é a Oráculo, mas só não transforma a Barbara numa vagabunda porque deve achar que paraplégico é assexuado.

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