ComicPod #62 – Comics no Brasil


Postado em 05/01/2011, por Vlad 'Focus'
Em: # Todos os podcasts , Comicpod , Destaque , Editoras , Papo de Bar


Whaaazzup galera! Sejam bem-vindos a mais uma edição do ComicPod! Neste episódio, Matheus ‘Kajima’, Vlad ‘Focus’, Felipe Morcelli, Luis Alberto e Leonardo ‘Mitocondria’ recebem o desenhista da DC Comics Daniel HDR para bater um papo de bar sobre as editoras que já publicaram quadrinhos de heróis no Brasil.

Divisão de blocos do podcast:

  • 00:03:34 – RGE e Ebal
  • 00:17:42 – A chegada da editora Abril
  • 00:32:22 – Revistas e mixes da editora Abril
  • 00:49:28 – Outras editoras, o declínio da Abril e a chegada da Panini
  • 01:09:20 – Panini Comics
  • 01:23:58 – Revistas atuais e o futuro

Playlist:

  • All the Things You Are (Sonny Criss)
  • Comin’ Home Baby (Eddie ‘Lockjaw’ Davis)
  • Theme for Malcolm (Donald Byrd)
  • Tetragon (Woody Shaw)
  • Red, Hot and Blue (Roomful Of Blues)
  • Iron City (Grant Green)
  • Duck Tales Theme Song

Links:

Pra comprar:

Galeria de imagens:

A coluna de Bruce Wayne nas revistas da Ebal (clique para ampliar)

Propaganda das revistas da Ebal e Batman Futebol Clube

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Comentários

  1. klayton doido varrido diz:

    comicpod muito maneiro,foi um dos melhores na minha opiniao,HDR sabe muito tambem,parabens Morcelli

  2. CGN diz:

    O Comicpod é elegante, o papo de bar deles tem trilha sonora de Jazz ao fundo, continuem assim. O Delfin teria dado muita informação também, mas se rendeu aos filmes de menininha provavelmente pra escrever um artigo.

    Sinceramente não compro mais o material nacional, sempre comprando os arcos fechados de encadernados americanos ou os encalhamaços, como o de Crise Final ( do 1 ao 7 e Superman Beyond, além de um spin off do Raio negro) o material é muito bom, e tira a preguiça de querer ler em inglês. A unica personagem que eu compraria uma HQ seria a Muié Magavilha mas tá uma merda a muito tempo, memo sendo fã e está no encalhamaço que vem mais 4 revistas. Acho confuso esse tratamento pra ela, tudo bem que não tem nem como ter ela com titulo próprio, sendo que básicamente só tem o titulo Wonder Woman, a Cassie nos Jovens Titans e a Donna nos Titans. E as revistas que se compraria pela arte, ficam compromissadas pelo papel jornal, que nem offset é, eu nem olhei mas imagino como deve ter ficado a fase da Batwoman naquele papel, ou Cry For Justice. Aí fica por conta da Importadora do Ultra comprar aqui pela internet mesmo.

    Tem seus prós e contras a iniciativa de digitalizar e acabar com o uso do papel, a Espanha se ferrou por causa disso na área da literatura.

  3. scheldon diz:

    Muito legal o podcast, foi bom relembrar os velhos tempos enque eu podia comprar revistas com o dinheiro do meu lanche, mas faltou você falarem de muita coisa ai, principalmente na hora que falaram da editora MAGNUM vocês esqueceram de falar da revista Hypercomics, que sem sombra de duvidas é a melhor revista já feita.

  4. True Beliver diz:

    Muito bom o programa. Quanto a normatização dos nomes como do Superman, acho estranho que ele tenha que ter seu nome padronizado, enquanto Mulher-Maravilha, Lanterna Verde e outros tem traduções.

  5. O podcast ficou extremamente informativo e deu pra situar bem a galera no que foi/é o nosso mercado de quadrinhos, além de garantir uma dose de nostalgia pra gente que tem mais de 30.

    Eu comprei quadrinhos dos 12 aos 27 anos e parei justamente por que não aceito mais comprar papel quando a gente já tem outras formas de ter acesso a esse tipo de produção. As revistas ocupam espaço e a produção delas consome muita matéria prima e energia. Hoje em dia eu prefiro ter tudo no meu HD, sobretudo pela facilidade de acesso ao material. Não é papo de eco chato, é apenas uma questão de praticidade. Acho que mais alguns anos serão o suficiente pra essas tecnologias ficarem mais acessíveis e pra gente ter quadrinhos digitais comercializados de forma decente (isso é claro se as editoras acordarem e mudarem o seu modelo de negócio).

    P.S. Eu pagaria pelas em formato digital da mesma maneira que pago pelos aplicativos que baixo no paro o meu Ipod. A Apple conseguiu criar um modelo de negócio viável com a Apple Store. As editoras tem que tentar seguir nessa direção e, o mais importante, praticar preços justos, porque não tem cabimento vender uma edição digital pelo mesmo preço de um gibi físico.

  6. Luís Alberto diz:

    Só pra complementar o post, o perfil do Judoka que eu achei perdido aqui: http://img573.imageshack.us/img573/1570/judoka.jpg

  7. Muito Bom o Podcast,como sempre.Só retificando a informação sobre o Judoka:O Judoka publicado no Brasil era o Judomaster da DC.Quando a revista do Judomaster foi cancelada,devido ao sucesso no Brasil eles criaram esse uniforme verde e outra origem,ou seja,tudo novo e diferente do Judomaster original,diferente do citado por vcs.Inclusive a série do Judoka brasileiro durou mais de 200 edições.

  8. Pô, gostei do tema. Eu sou um dos que abandonaram os quadrinhos por conta da transição formatinho -> Premium, da Abril, lá em 99/2000. Eu era assinante do pacote DC e recebia 5 revistas por mês. Mas aí do nada fui surpreendido com o cancelamento da minha assinatura (ainda tinha mais uns 4 meses à receber), pois a linha Premium não tinha assinatura. Depois de conseguir o reembolso da Abril (com muito custo, diga-se, pois queriam me empurrar assinaturas de Veja, SET, Marie Claire, o que fosse, para não perder o status de “assinante”) ainda tentei comprar por uns 3 meses, mas vi que não valia a pena. De assinante, que já não pagava os 5 x R$3,50 = R$17,50 (tinha desconto), pular para R$20/mês, naquela época, era muito para mim.

    Hoje seria tranquilo (gasto bem mais que isso por mês no mangás que coleciono), mas agora fica muito complicado tentar recuperar 10 anos de atraso. Muita coisa mudou, a origem do Super-Homem (digo, Superman) já foi mudada e re-alterada, a Mulher Maravilha voltou a ter avião invisível, a volta do Multiverso, entre muitas outras coisas mais.

    Uma pena.

    Talvez, quem sabe, se a Abril tivesse mantido a assinatura na linha Premium, mesmo que com algum reajuste, eu ainda fosse leitor da DC até hoje. Mas, enfim, Inês é morta e agora já estou em outra onda (a dos Mangás) :)

  9. Comecei a comprar HQs de super heróis com a Super-Homem 101. Que conta a história do acidente com 4 astronautas e ao voltarem para a Terra cada um deles ficou com uma reação. e entre eles estava o Hank Henshaw, que perdeu toda a carne do seu corpo, foi ficando só a caveira até que seu espírito foi para a corrente elétrica e algum tempo depois se tornou o Supercyborgue.
    Depois dessa fiquei comprando todas as revistas da DC lançadas no Brasil, e comecei a comprar também as anteriores, mas só até Crise nas Infinitas Terras, pois nunca gostei das histórias que foram lançadas antes desse evento.
    Nessa época, devido a pouca informação, eu nunca imaginaria que as revistas estavam sofrendo cortes e adaptações, e nem fazia idéia do atraso em que as histórias estavam com relação as originais americanas.
    Só depois com o acesso a internet é que vim perceber isso.
    Achei excelente todo esse histórico das Hqs no Brasil, ficou muito interessante.
    Abraços

  10. Tourinho diz:

    Muito bom esse pod, longo, mas longe de ser chato.

    Comecei a colecionar HQ’s por volta de 1990, com a revista da Liga da Justiça Internacional #14, com a segunda parte da história do confronto da LJI contra o Esquadrão Suicida. Acompanhei só a DC por um tempo e só depois passei a ler Marvel (a primeira foi uma edição de X-Men que não lembro o número, mas a capa era o Wolverine prestes a fatiar um integrante do Quarteto Futuro). Assim como muitos, larguei de comprar quando a Abril passou a publicar em formato americano a 10 reais. Desde então, acho que só adquiri em bancas o WE3 e a saga Lanterna Verde: Renascimento. O resto, admito, acompanho por scan. Me processem.

    Ah, e uma coisa que não foi dito por vocês no cast. O Super Trunfo da Marvel continha erros grosseiros, como chamar o Sr. Fantástico de Homem de Borracha (ou Homem Elástico, não lembro) e o Noturno de Justiceiro!!!!! Engraçado que na época não lia Marvel, e anos depois fui ver quem era Justiceiro e quem era Noturno, e até hoje qdo vejo um ou outro me lembro dessa pataquada.

    PS: Hal Jordan chuta a bunda do bucha do Kyle Rayner direto pra Oa.

  11. Treze diz:

    Mto bom o podcast e a participação do HDR. Mta coisa eu nem tinha conhecimento e outras só fui descobri com o advento da internet. Parabéns!

  12. Francisco A. L. Silva diz:

    Gostei muito desse cast. Só acho que ficou faltando um link para o livro comentado pelo Daniel (se não me engano) sobre os quadrinhos no Brasil.
    No mais fico aguardando o próximo e parabéns pelo trabalho.

  13. Vlad 'Focus' diz:

    Tem toda razão, Francisco. Já coloquei o link no post.
    Um abraço!

  14. RogerWillc diz:

    Gostei bastante do cast.

    Há muito que não acompanho mais HQ,s mas sempre estou ouvindo vocês, parabéns!

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