27/11/2009

Postado por Morcelli em Destaque, Nos EUA | 1 comentário

Blackest Night: Recapitulação Parte 2

[o artigo abaixo contém spoilers]

Nesta segunda parte da Recapitulação de A Noite Mais Densa vamos falar das últimas edições da minissérie semanal Blackest Night: Tales of the Corps e linkar a já resenhada Green Lantern #44, segunda edição da revista mensal do Lanterna Verde conectada ao evento principal.

Blackest Night: Tales of the Corps #2
A bela Bleez vem do planeta Havania, e tem escravos sapos antropomórficos. A Tropa Amarela invade sua cidade e mata sua mãe, capturando-a para servir de escrava de prazer. Entretanto, enquanto ela é torturada, uma fumaça verde – cuja origem nunca foi explicada – acaba ajudando-a contra os Lanternas Amarelos. Seu captor a persegue e a machuca, mas ela recebe um anel vermelho por todo o ódio que cultivou, e destrói o vilão, tornando-se a Lanterna Vermelha do Setor 33.

O segundo conto fala de Carol Ferris, e ela aparece discutindo e debatendo com um anel violeta. Basicamente, ele a chantageia para que ela o use, dizendo que, se ela não aceitar, Hal Jordan vai morrer, assim como seu pai. A transformação dela acontece de um jeito bem, hã, PRAZEROSO, digamos assim, com um belo “Hmmmm SIMMMMM!”. Ela disse à rainha das Safiras Estrela que será a líder de seu exército e que parece ir para Zamaron rápido, pois a Tropa de Sinestro está chegando.

O “Deus da Fome”, que não é Galactus, voa pelo universo comendo tudo que tem valor de vários planetas. Se eles lhe derem tudo, ele voa embora sem machucá-los. Ele cheira a luz laranja, e demanda que Larfleeze lhe dê essa luz. Mas Larfleeze o devora, tornando-o um dos avatares que formam os Lanternas Laranjas.

Blackest Night: Tales of the Corps #3
O primeiro conto desta revista nos dá a origem do termo “poozer”. Acontece que Kilowog roubou esta palavra de seu mentor na Tropa dos Lanternas Verdes, o que faz com que o vejamos em tempos passados quando ainda era um novato. Ele e Sinestro também dividem alguns momentos curiosos.

Arisia é uma exceção na Tropa, pois vem de uma linhagem de Lanternas Verdes. Seu pai a treinou por toda a vida, até morrer. Entretanto, quando seu pai morre, o tio dela acaba sendo escolhido, mas ele morre tempos depois também. Ela então ganha o anel.

No final há alguns comentários dos criadores, que são bem bacanas, mas não revelam nada demais.

[Resenha de Green Lantern #44]


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Suporte o Multiverso DC.com:
  1. O conto do Kilowog é uma das coisas mais bacanas que a NMD produziu…

    SPOILER:

    A cena do cara desenhando a logo da tropa no peito dele com sangue foi algo incrivelmente fodastico!

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